


O corpo encontrado na manhã da quinta-feira (01), enterrado numa cova rasa num terreno no bairro Monte Castelo, em Volta Redonda, foi reconhecido por parentes no Instituto Médico Legal. Trata-se de Fluvia Michico Rodrigues Aratani, de 42 anos, que estava desaparecida desde o dia 24 de maio deste ano.
A família fez apelos pedindo ajuda para que ela fosse encontrada. A foto da mulher foi divulgada no Portal dos Procurados do estado, como pessoa desaparecida.
Fluvia era funcionária do restaurante Jambalaia, no Monte Castelo e não foi mais vista desde que saiu do estabelecimento, na madrugada daquela sexta-feira.
O reconhecimento, segundo pessoas próximas da família, se deu através de uma tatuagem que foi possível observar, apesar do adiantado estado de decomposição do corpo. Apesar disso, foi colhido material para exame de DNA. A causa da morte da mulher ainda não foi divulgada.
Antes do reconhecimento, foi cogitado encaminhar os restos mortais ao Centro de Antropologia da Polícia Civil, no Rio. Até o momento desta publicação, o corpo permanecia no IML, em Três Poços, mas a previsão é de que seja liberado nesta sexta-feira (02).
– O reconhecimento acaba com o sofrimento da família, pelo menos em relação ao desaparecimento e permite um sepultamento digno – disse o delegado-adjunto de Volta Redonda, Rodolfo Atala, que esteve com a família na noite da quinta-feira. Ele afirmou que a polícia está empenhada em elucidar o crime e prender os autores.
Atala foi quem coordenou as buscas realizadas no terreno onde o corpo da mulher foi encontrado, depois da denúncia de que o local serviria de cemitério clandestino para traficantes de drogas do bairro. Embora apenas o corpo de Fluvia tenha sido localizado, enterrado numa cova rasa, a polícia admite a hipótese do cemitério clandestino e mantém as investigações.
Foto: Reprodução redes sociais