




O candidato ao governo do estado do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (PSD), encerrou, neste sábado (15), o período de pré-campanha em que visitou os 92 municípios que integram o estado. As viagens fizeram parte do planejamento de Paes de conversar com a população e lideranças políticas nas cidades para entender os problemas, conhecer as demandas e o que cada região tem de potencial a ser desenvolvido pelo governo do estado.
“Desde que deixei a prefeitura do Rio, dediquei este tempo a percorrer o estado. Um trabalho de reconhecimento e de escuta às pessoas que vivem nos 92 municípios do nosso estado. Parei pra ouvir quem é raramente consultado: o pequeno produtor rural, as cooperativas, o comerciante de rua e o empreendedor que presta serviços. O interior do nosso estado jamais voltará a ser tratado como quintal de cidade grande”, afirmou.
As viagens pelo estado começaram no dia 17 de abril na cidade de Macuco, na Região Serrana. De lá para cá, Paes visitou todas, em mais de 16 mil quilômetros percorridos. “O que constatei nessas andanças não foi falta de potencial. O Rio de Janeiro tem petróleo e gás, tem portos, tem universidades e centros de pesquisa de primeira ordem, tem indústria, tem agricultura familiar, tem turismo, tem uma marca que o mundo inteiro reconhece e tem um povo acolhedor que acorda cedo e trabalha. Percebi que as pessoas pedem pouco, e pedem o que lhes é devido: uma estrada em condições para escoar a produção, um posto de saúde que abra e funcione, médicos com empatia, remédios. Uma escola que ensine, um trem que cumpra horário e acima de tudo, segurança para sair de casa e tranquilidade pra saber que vai voltar. O que falta a este estado não é riqueza. É governo, é autoridade”.
No Noroeste, Paes visitou plantações de café e viu produtores que plantam há gerações, segundo ele, sem apoio de verdade. No Norte, o Porto do Açu, que já move 40% do petróleo que sai do Brasil, mostrou a ele, segundo disse, a força do estado do Rio e o quanto ainda falta para essa força virar desenvolvimento para quem mora ao redor.
No Médio Paraíba, Paes pôde comprovar que a indústria sustenta famílias inteiras, num ritmo que já pede mais investimento em infraestrutura. No Centro-Sul Fluminense, um produtor de tomate mostrou ao candidato o que a tecnologia faz na mão de quem tem acesso — a produção da região hoje abastece estados diferentes e sustenta milhares de empregos num modelo municipal que merece ser replicado.
Na Região dos Lagos, Paes visitou fazendas de mexilhão, “mostrando que o mar também é trabalho e não somente paisagem”. Na Baixada, ele viu de perto uma região que, de acordo com ele, segura o Grande Rio nas costas com trabalho e indústria e que há anos não tem um estado que compareça para ajudar a população. E na Costa Verde, o candidato constatou que patrimônio não é só pedra histórica: “É a cachaça, é o peixe, é a tradição que segue viva porque alguém teimou em não deixar morrer”, declarou. (Foto: Divulgação / PSD-RJ)