



O Pastor Everaldo, preso na última semana por suspeita de corrupção da área da saúde do estado do Rio de Janeiro, agora, passa a ficar preso preventivamente, ou seja, sem prazo definido para sair.
A decisão foi tomada pelo ministro Benedito Gonçalves, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), atendendo um pedido da Procuradoria Geral da República, que fez a conversão da prisão temporária, que têm prazo de cinco dias, prorrogáveis por mais cinco, para a preventiva.
Pastor Everaldo foi citado na delação premiada do ex-secretário de Saúde do Rio de Janeiro Edmar Santos, preso por corrupção.
Segundo a delação, Pastor Everaldo mandava na área da saúde do governo estadual. Dois filhos de Pastor Everaldo também chegaram a ser presos na operação. Na quarta-feira, Laércio e Filipe Pereira foram soltos porque venceu o prazo da prisão temporária, e a Procuradoria não pediu prorrogação.