


O corpo do prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), sairá por cor cortejo pela cidade, com carro aberto, pela região central da capital, a partir de 13 horas. Na região da Avenida Paulista, receberá de correligionários do partido. O corpo será sepultado em Santos, onde Covas nasceu, em cerimônia restrita aos familiares.
Covas faleceu na manhã deste domingo (16), no Hospital Sírio-Libanês. Ele estava internado desde o dia 2 de maio, no Hospital Sírio-Libanês, no Centro da capital paulista, tratando um câncer no sistema digestivo com metástase nos ossos e no fígado.
Na sexta-feira (14), a equipe médica responsável pelo tratamento de Covas informou que o seu quadro de saúde havia se agravado e se tornado “irreversível”. Um padre chegou a fazer a unção dos enfermos, um sacramento católico. Representantes de diversas religiões participaram do ato ecumênico na porta do hospital, na noite de sábado (15), que durou 30 minutos e terminou com a oração “Pai Nosso”. Nas últimas horas de vida, o prefeito recebeu sedativos e analgésicos para não sentir dores.
Covas deixa o filho Tomás, de 15 anos. Ele é o primeiro prefeito da cidade de São Paulo a morrer durante o mandato. O vice-prefeito, Ricardo Nunes, que hoje é o prefeito em exercício, assume o cargo em definitivo.