


A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) pediu nesta sexta-feira (8) à Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) o uso emergencial da vacina de Oxford, produzido pela Universidade de Oxford, em parceria com a farmacêutica Astrazeneca. É de dez dias o prazo de análise.
A solicitação é para o uso de dois milhões de doses importadas do laboratório Serum, na Índia. O Instituto Butantan também pediu, na manhã desta sexta, o uso emergencial da Coronavac, que tem 78% de eficácia, sendo 100% de prevenção à mortes, casos graves e internações.
A “vacina de Oxford”, como ficou conhecida, é a principal aposta do governo federal para a imunização da população brasileira. Em 30 de dezembro, a agência reguladora do Reino Unido aprovou o uso desse imunizante.
A Fiocruz e o Ministério da Saúde prevê, segundo o acordo firmado entre a fabricante, a fabricação de 100,4 milhões de doses da vacina de Oxford até o primeiro semestre de 2021, sendo 30 milhões no primeiro trimestre. Segundo Pazuello, no cenário mais otimista, o Brasil vai iniciar a vacinação em 20 de janeiro.
A expectativa é que a produção da vacina seja totalmente nacional a partir do segundo semestre, com a confecção de mais 110 milhões de doses, totalizando cerca de 210 milhões.