

Quase uma semana após a greve dos caminhoneiros gerar uma crise de desabastecimento de combustíveis e de alimentos em todo o país, mensagens de áudio e texto têm se propagado pelas redes sociais, principalmente pelo Whatsapp, dizendo que uma nova paralisação da categoria começaria a partir desta segunda-feira (4). O governo federal alega que as informações são falsas, mas monitora a possibilidade de nova mobilização.
Algumas associações de caminhoneiros que estiveram à frente do movimento no final de maio disseram não estarem envolvidas em uma nova greve, porém, um número reduzido de caminhoneiros autônomos ser reuniu no domingo (3) em Brasília esperando uma possível manifestação ou greve. Segundo o jornal “O Estado de São Paulo” informou, na tarde do domingo (3), cerca de 15 caminhões estavam parados nos arredores do Estádio Mané Garrincha em Brasília.
Nas redes sociais, as mensagens de alerta a essa possível “nova greve”, causam pânico na população, aconselhando que abasteçam seus veículos e que estoquem comida. O governo afirmou que as mensagens não passam de boatos e disse que, a princípio, não renovaria o decreto de Garantia da Lei e da Ordem que permitiu às Forças Armadas agir na greve dos caminhoneiros. O decreto foi estabelecido em 25 de maio e perde a validade nesta segunda-feira (4). No momento desta publicação, na região Sul Fluminense, não havia nenhuma manifestação registrada ao longo das rodovias que cortam a região.