


A Polícia Federal fechou em Volta Redonda uma empresa que prestava serviços de segurança sem estar autorizada pela corporação. O fato ocorreu na quinta-feira (17), sendo divulgado nesta sexta (18), no balanço da operação Segurança Legal VII, realizada em todo o país. Não foram fornecidos detalhes da empresa “encerrada” (termo usado pela PF) em Volta Redonda.
No estado do Rio de Janeiro – onde 15 empresas estavam atuando ilegalmente –, a operação foi coordenada pela Delegacia de Controle de Segurança Privada (DELESP/PF/RJ) e realizada em conjunto com todas as delegacias descentralizadas. A finalidade foi detectar atividades irregulares ligadas à segurança privada, com a apreensão de materiais de uso controlado não autorizados pela PF.
Em Angra dos Reis, foram emitidos dois Autos de Constatação de Infração (ACI). No caso, são empresas regulares onde foram constatadas irregularidades que podem gerar advertência, multas, suspensão temporária e até mesmo o encerramento das atividades.
Desde 2017, a Polícia Federal realiza essa operação de âmbito nacional. A contratação de serviços clandestinos de segurança privada, afirma a PF, coloca em risco a integridade física de pessoas e o patrimônio dos contratantes, já que os “seguranças” clandestinos não se submetem ao controle da Polícia Federal quanto aos seus antecedentes criminais, formação, aptidão física e psicológica.
Além disso, as empresas clandestinas não observam os requisitos mínimos de funcionamento previstos na legislação. No Brasil, somente empresas de segurança privada autorizadas pela Polícia Federal podem prestar serviços e contratar vigilantes. (Foto: Polícia Federal)