


A Câmara Municipal de Volta Redonda, aprovou na tarde do dia 26 de setembro de 2017, em regime de urgência e preferência, um projeto de lei enviado pela prefeitura criando a Cosip (Contribuição para o Custeio dos Serviços de Iluminação Pública). Dezoito dos 21 vereadores de Volta Redonda votaram pela aprovação da mensagem na primeira e na segunda votação. Fernando Martins (MDB) e Carlinhos Santana (Solidariedade) votaram contra o projeto, enquanto o vereador Jari (PSB) se absteve de votar, afirmando na época, que precisava conhecer melhor os termos da mensagem antes de formar opinião.
Apesar de já ter sido votado há mais de 1 ano, só neste mês de novembro de 2018, é que a taxa de iluminação vem causando revolta na população. O pagamento da taxa de iluminação, hoje é feito com base no consumo de energia elétrica dos imóveis cadastrados na Light ou de acordo com o registro na prefeitura para imóveis sem matrícula na Light. Para os consumidores residenciais, quem tem conta de energia com até 200 Kwh de consumo por mês (o que equivale a uma conta de pouco mais de R$ 100) fica isento. A partir daí, o valor a ser pago mensalmente varia entre R$ 7,80 e R$ 42.
A única Prefeitura da região que ainda não cobra a taxa de iluminação pública do cidadão, é a Prefeitura de Barra Mansa. Como a revolta da população apareceu só agora, a Câmara de Vereadores da Cidade do Aço deve fazer uma revisão no projeto aprovado, e a taxa de iluminação deve ser cobrada da residência que consome mais de 600 Kwh. Caso o reajuste no projeto seja realizado com sucesso, mais de 80% da população da Cidade do Aço, não pagará mais a taxa de iluminação.