


O delegado Ronaldo Aparecido afirmou nesta quarta-feira (31) não acreditar que o assassinato de Felipe Melo, de 26 anos, na noite da última terça-feira (30), tenha sido um caso de latrocínio, que é o roubo seguido de morte. Felipe foi morto a tiros na Rua Valdomiro Peres, no bairro Paraíso. Embora seu telefone celular, sua motocicleta e documentos tenham sido levados, o delegado considera que, da forma como o crime ocorreu, não acredita em latrocínio, mas não se aprofundou na análise, para, segundo ele, não prejudicar as investigações. Felipe trabalhava numa empreiteira da CSN, e era natural de Caçapava, no Vale do Paraíba Paulista. A mãe dele se mudou para Barra Mansa quando ele ainda era criança.
Felipe permaneceu morando na cidade mesmo quando a mãe voltou para sua cidade natal. Ele morava com um irmão mais novo. O corpo de Felipe foi sepultado nesta quarta-feira (31) em Caçapava.