


A Prefeitura de Barra Mansa, por meio das secretarias de Assistência Social e Direitos Humanos (SMASDH), de Habitação e em parceria com a Defesa Civil, está providenciando uma série de medidas para atender a família de Luciene Cristina de Araujo, de 24 anos, moradora da Rua 3-A, na Vila Independência. Na última semana a casa onde ela residia com o marido e seus quatro filhos, de 9, 7, 4 e um ano de idade, foi interditada. Devido às chuvas dos últimos dias, parte da rua cedeu atingindo uma parede do imóvel, comprometendo toda a sua estrutura. A família foi cadastrada nos Programas Aluguel Social e de Segurança Alimentar e também estão sendo verificados os requisitos para incluí-la no Minha Casa Minha Vida.
A gerente de Proteção Social Básica da SMASDH, Cátia Batista de Souza, acompanhada do coordenador da Defesa Civil, Sérgio Mendes, e do secretário de Governo, Vinícius Ramos estiveram nesta segunda-feira (26), no local, onde orientaram Luciene e seu marido Eduardo José Campos de Oliveira, atualmente desempregado, sobre alguns programas disponíveis no município para atender famílias em situações de risco.
– Realizamos o cadastro da família no Aluguel Social, benefício assistencial de caráter temporário pelo período de seis meses, no valor de R$ 300. Este benefício é destinado a atender famílias domiciliadas em áreas de risco ou desabrigadas em razão de vulnerabilidade temporária. Também fizemos o encaminhamento do caso para o CRAS do bairro São Pedro (Centro de Referência em Assistência Social) para que a família seja incluída no programa de Segurança Alimentar – detalhou Cátia Batista.
Durante o atendimento foi constatado que a família procurou pelo CRAS uma única vez, no ano de 2015, sem retornar ao órgão. Atualmente, estavam sobrevivendo do benefício de R$ 252 proveniente do Bolsa Família e de doações.
O coordenador da Defesa Civil. Sérgio Mendes, disse que em maio deste ano, equipe do órgão estive no local e na ocasião, esclareceu que a área era imprópria para a habitação, por oferecer riscos de desabamento. “Pedimos para que desocupassem o imóvel, o que aconteceu por um determinado período. Quando a rua cedeu comprometendo a estrutura da casa, a família estava no local. Na semana passada, interditamos o imóvel e entregamos o documento de interdição à família. Tão logo tomamos conhecimento de que estavam morando em uma barraca improvisada retornamos ao local”.
O secretario de Governo encaminhou o caso para a Secretaria de Habitação na perspectiva de verificar a possibilidade de cadastrar a família no Programa Minha Casa Minha Vida, realizado por meio de parceria entre o Governo Federal e o Município. Em Barra Mansa estão sendo construídas 680 unidades populares nos bairros Santa Izabel e Paraíso de Cima. Está sendo verificada também se a família se encaixa nos requisitos para ser contemplada pelo programa.